Consumo sustentável: como as embalagens ajudam sua empresa a vender mais

Consumo sustentável é comprar e usar produtos considerando o impacto ambiental e social de todo o ciclo, da fabricação ao descarte. Para as empresas, deixou de ser discurso: 87% dos brasileiros preferem comprar de empresas com práticas sustentáveis, e 70% aceitam pagar um pouco mais por isso, segundo a Union + Webster.

A embalagem é o ponto em que essa escolha fica mais visível para o consumidor. Veja o que significa ser uma empresa sustentável de verdade e como a embalagem entra nisso.

Consumo sustentável: como as embalagens ajudam sua empresa a vender mais

O que é ser uma empresa sustentável

Muitas empresas se dizem sustentáveis, mas poucas integram isso à operação. Promover o consumo sustentável exige ações coordenadas em três frentes:

  • Operacional: como se produz, com quais recursos e resíduos.
  • Mercadológica: como o produto é comunicado e vendido.
  • Econômica: como as decisões sustentáveis se pagam.

É essa integração que dá legitimidade para a marca se posicionar — e evita o greenwashing. Veja também ESG.


Por que o consumo sustentável importa para o seu negócio

Reduzir impacto ambiental é uma exigência do consumidor e também de outras empresas, que avaliam fornecedores por critérios socioambientais. E os próprios negócios dependem da disponibilidade de matéria-prima — ou seja, preservar recursos é também uma questão de sobrevivência.

O argumento de que ser sustentável encarece o produto e afasta clientes perde força diante dos dados: a maioria dos consumidores aceita pequenos custos adicionais por práticas como embalagens sustentáveis.


O papel das embalagens

Segundo a Abiplast, o setor alimentício é o segundo que mais consome plástico, e 20,4% do plástico transformado vai para embalagens. Isso coloca o setor no centro da discussão.

As embalagens flexíveis têm um papel duplo. De um lado, usam menos material por volume embalado e pesam menos no transporte. De outro, ao proteger o alimento contra umidade, luz e oxigênio, prolongam a validade e reduzem o desperdício de comida — que também é um impacto ambiental. Veja em shelf life.

Praticamente todo mercado pode avançar nisso: café, chás, suplementos, cosméticos, pet e muitos outros.


O desperdício que ninguém vê: estoque de embalagem

Um problema comum é comprar embalagens em grande quantidade para baixar o custo unitário e, depois, descartá-las porque a arte mudou, o produto saiu de linha ou a demanda não veio. São dois prejuízos: o dinheiro parado e o material descartado sem uso.

A produção sob demanda resolve isso: a empresa compra só o que precisa, quando precisa. Entenda em produção sob demanda.


Três formas de promover o consumo sustentável com a embalagem

  1. Produzir só o necessário. Pedidos menores e mais frequentes evitam sobras e descarte de embalagens desatualizadas.
  2. Escolher processos mais limpos. A impressão digital dispensa clichês e cilindros e reduz desperdício de material e emissão de compostos orgânicos voláteis.
  3. Comunicar com clareza. Orientações de descarte e selos de sustentabilidade verdadeiros ajudam o consumidor a fazer a parte dele.

Como a Packster ajuda

A Packster produz embalagens flexíveis com impressão digital sob demanda, para que sua empresa tenha em mãos apenas a quantidade necessária. O Stand Up Pouch e o Sachê em medida padrão podem ser comprados a partir de 1 unidade. Veja como funciona em Como Funciona.


Perguntas frequentes

O que é consumo sustentável?

É comprar e usar produtos levando em conta o impacto ambiental e social de todo o ciclo, da fabricação ao descarte.

Muitos sim: 70% dos consumidores aceitam pequenos custos adicionais por práticas sustentáveis, segundo a Union + Webster.

Usando menos material, protegendo melhor o produto para evitar desperdício, sendo produzida sob demanda e trazendo orientações claras de descarte.

Protegendo o alimento contra umidade, luz e oxigênio, o que prolonga a validade.

Integrar a sustentabilidade nas frentes operacional, mercadológica e econômica, e não só no discurso.

Nem sempre. Sobras descartadas por mudança de arte ou de produto viram dinheiro parado e material jogado fora.

20,4%, segundo a Abiplast. O setor alimentício é o segundo que mais consome plástico.

Praticamente todos: café, chás, suplementos, cosméticos, pet e muitos outros.